Ela vem. A cada passo, respingos de paz: uma paz molhada deixa pegadas pelo chão.
Ela olha e uma fresta do olho rasga para um espaço de instinto negro.
Ela, gatinha, vem e encontra a minha boca aberta. Ela entra, desfila pela minha língua'dentro com seus passos comedidos, pensados.
Enrodilhada aos meus pés, uma gata dorme e sonha em ser engolida.